<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-3711928180311539774</id><updated>2011-07-30T16:00:47.924-03:00</updated><category term='sexta feira'/><category term='bar'/><category term='Amor'/><category term='Anão'/><category term='Woodyallianos'/><title type='text'>pHmenos10</title><subtitle type='html'>Ácido!</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://ph-10.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3711928180311539774/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ph-10.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Elisa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17726839581498548590</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>5</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3711928180311539774.post-7666986982258043336</id><published>2010-06-04T17:22:00.000-03:00</published><updated>2010-06-04T17:23:30.753-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='bar'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sexta feira'/><title type='text'>Botecar</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sexta Feira, tudo no mundo te lembra que logo ali na esquina tem um boteco com uma cerveja gelada te esperando. Não importa se são apenas duas da tarde e seu chefe te abduz para uma reunião que promete demorar ou se o cliente está bem perto de você, esperando por um documento. Você já imagina a mesa da reunião colorida, como aquelas mesas patrocinadas pelas mais variadas marcas de cervejas e o cliente logo vira o garçom ansioso pelo seu pedido.&lt;br /&gt;Você quase pode ouvir o barulho dos copos e as risadas da mesa ao lado... Preocupado com essas alucinações resolve tomar um café, mas ao chegar à área de cafezinho uma limonada que a secretária gostosa toma te faz lembrar aquela caipirinha caprichada do seu boteco favorito.&lt;br /&gt;Atordoado pelo claro sinal de alcoolismo você resolve dar uma olhadinha nos seus e-mails pessoais. Cinco amigos diferentes convidando para cinco botecos diferentes. Agora, além de querer ir logo, você nem sabe aonde vai. Ansiedade e dúvida antes das quatro da tarde. Mais uma hora e meia e pronto, livre para botecar. Cinco horas e como que por milagre o seu chefe se despede. Você o deixa pegar o elevador e pega outro, logo atrás dele. Meia hora a menos de sofrimento.&lt;br /&gt;Escolhido o boteco por ordem de chegada de e-mail você atravessa a cidade de ônibus (porque beber e dirigir não funciona) na hora do rush para encontrar aquele seu amigo de faculdade que você não via desde a formatura (a dele, é claro, porque se depender do professor de cálculo você não se formará nunca). A mensagem dizia que era um bar excelente, com bom atendimento e um tira gosto de tirar o fôlego. Você torce para que o tal bar tenha uma área coberta, pela janela do coletivo você vê nuvens pesadas.&lt;br /&gt;O bar fica num sobrado numa rua um pouco mais isolada do que você imaginou, mas tudo bem um pouco de sossego também é muito bom. Você entra e o bar está vazio. É cedo ainda, é claro. Uma mesa com uns dez lugares está reservada com o nome do seu amigo, e você se senta logo. O cartaz na porta do botequim avisa que há um show de samba naquele dia. É melhor garantir lugar.&lt;br /&gt;Seu amigo chega com a turma do trabalho dele e você resolve finalmente pedir uma cerveja. O vento que entra pela janela o faz lembrar-se daquela cerveja londrina que um dia o seu primo imigrante ilegal profissional trouxe. No cardápio uma cerveja Pale Ale chama sua atenção. Uma ruiva realmente cairia bem naquele clima. Você chama o garçom mais perto de você, mas ele o ignora.  Quando a morena sentada ao seu lado o chama ele atende prontamente. Aproveitando da proximidade dele você pede a sua cerveja. Aparentemente surpreso com o seu pedido ele diz que a tal cerveja está em falta e cita a única marca que tem nos estoques da casa. À contragosto você pede essa mesma, afinal é sexta e nem o seu paladar exigente vai estragar a noite.&lt;br /&gt;A conversa é bem agradável com a morena, que apesar de ser linda e inteligente você sabe, pelo suco de laranja com adoçante, que ela não é pra você. Mulher tem que o acompanhar em suas botecadas. O sabor de água de batata da cerveja o faz querer um tira-gosto. Já vacinado contra a má vontade do garçom com os homens da mesa você convence a morena de chamá-lo. Um frango a passarinho iria muito bem. Todos de acordo, o pedido feito.&lt;br /&gt;Quarenta e cinco minutos depois, você já acreditando que o frango havia fugido da cozinha cantando co co uá, seu estômago roncando e a morena fingindo que não ouvia os barulhos estranhos da sua barriga chega a porção, que pelo tamanho deveria se chamar porcinha. Sem olhar, você pega o primeiro pedaço. Difícil é achar um pedaço de carne nele. Uma gota de óleo cai na sua calça. Você perde a fome.&lt;br /&gt;Pra esquecer o frango pede mais uma cerveja. Quente.&lt;br /&gt;Começa o samba e você se anima. Mas não é samba, é pagode. O grupo que se apresenta até faz passinho de dança. Definitivamente é hora de ir embora. Você liga para o taxi, se despede do amigo e vai pra casa certo que não era seu dia. O sono é pesado e triste. Não se perde uma noite de sexta assim. Mas a noite de sábado vem ai, e você vai compensar.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3711928180311539774-7666986982258043336?l=ph-10.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ph-10.blogspot.com/feeds/7666986982258043336/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ph-10.blogspot.com/2010/06/botecar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3711928180311539774/posts/default/7666986982258043336'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3711928180311539774/posts/default/7666986982258043336'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ph-10.blogspot.com/2010/06/botecar.html' title='Botecar'/><author><name>Elisa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17726839581498548590</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3711928180311539774.post-7046841876686325220</id><published>2010-04-22T13:47:00.002-03:00</published><updated>2010-04-25T20:25:18.941-03:00</updated><title type='text'>As intrépidas aventuras galináceas de Ariosvaldo – Parte I</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ariosvaldo era assim. Um frango. Sem maiores definições. Claro que quando o conheci isso causou alguma estranheza, e não era por menos. Como poderia alguém ser assim tão lerdo; tão despreparado para lidar com as mulheres. Trabalhávamos no mesmo escritório e íamos para casa juntos. Foi assim que comecei a observá-lo.&lt;br /&gt;Cinco e meia e já estávamos parados diante da porta do elevador. Entre Ariosvaldo e eu, apenas uma moça linda com o uniforme do nosso principal cliente. Ela sorriu pra ele, e comentou sobre o tempo. Reparei que ele olhava para os lados, na dúvida se era mesmo com ele que ela falava. Ouvi-o murmurar algo em resposta antes de entrarmos no elevador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Com licença, mas você vai esperar o taxi com esse notebook na mão aqui na rua?” – Gente do céu, ele gaguejou, mas disse alguma coisa...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Vou, algum problema?” – Disse a tal moça, já numa voz manhosa...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“É perigoso. Vamos fazer o seguinte, eu ponho o note na minha mochila até seu taxi chegar.” – E viva, o rapaz sabe prender a atenção de uma mulher.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Observei o candidato a galã de longe, mas prestando muita atenção no que era dito. Vou transcrever os diálogos, com alguns comentários inevitáveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Qual é seu nome?” – Ela disse já com a mão no crachá do nosso herói, num movimento sensual que começou no pescoço até o peito dele, para finalmente ler a graça de nosso desventurado amigo. Ele sorriu encabulado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A conversa continuou. Ela sempre rindo, mexendo no longo cabelo loiro. Ariosvaldo olhava desesperado para rua, quase ouvi seus pensamentos pedindo para o taxi chegar logo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Eu sou muito burra mesmo... Meu hotel fica a algumas quadras daqui, se eu tivesse uma mochila, iria a pé mesmo...” – Deus do céu, Ari! Vai logo para o hotel dessa menina antes que ela te agarre aqui mesmo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E ele, nada...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sempre nada...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando o taxi chegou a moça deu sua última cartada:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Você quer uma carona?”&lt;br /&gt;“Não, obrigado, vou a pé mesmo...” – O que?!&lt;br /&gt;“Tem certeza que não que uma carona?” – Gente, a menina vai seqüestrar o Ari...&lt;br /&gt;“Não mesmo, obrigado...” – Eu vou matar esse menino!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela bateu a porta do carro e se foi...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E depois de quase duas horas, no trânsito dessa cidade infernal, dentro de um ônibus abafado e cheio ele olha no fundo dos meus olhos e diz:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Ei, você acha que aquela garota estava me dando mole?”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Morra, Ariosvaldo, morra!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3711928180311539774-7046841876686325220?l=ph-10.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ph-10.blogspot.com/feeds/7046841876686325220/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ph-10.blogspot.com/2010/04/as-intrepidas-aventuras-galinaceas-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3711928180311539774/posts/default/7046841876686325220'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3711928180311539774/posts/default/7046841876686325220'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ph-10.blogspot.com/2010/04/as-intrepidas-aventuras-galinaceas-de.html' title='As intrépidas aventuras galináceas de Ariosvaldo – Parte I'/><author><name>Elisa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17726839581498548590</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3711928180311539774.post-871773537670028449</id><published>2010-04-07T18:13:00.001-03:00</published><updated>2010-04-07T18:18:21.043-03:00</updated><title type='text'>Salto alto</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Rapaz...&lt;br /&gt;Ouve só, consegue imaginar o que vem por ai? Pensa um pouco, é fácil. Esse barulho é inconfundível. Tec.. Tec.. Não é difícil de adivinhar. Seguinte, vamos andar mais devagar. Está mais perto. Olha pra trás não. Não estraga o jogo. Vai nos ultrapassar agora. Viu só? Não rapaz, não é da mulher que estou falando, é dos saltos, sim, os saltos! Ela parece elegante com eles não é? Mas observe mais atentamente.&lt;br /&gt;Desça um pouco o olhar. Mais um pouco, jovem, não seja indiscreto. É nos tornozelos que quero focar nossa atenção. Reparou? Não? Eles tremem. A cada passo é como se a pessoa que se equilibra nesses sapatos sofresse pequenos espasmos. Ainda não percebeu? Olhe bem. É como se o chão sofresse pequenos e imperceptíveis abalos.&lt;br /&gt;Vê agora? Isso! Não te parece estranho?&lt;br /&gt;Isso não deve fazer bem... Não pode fazer bem. Concorda? É claro que uma mulher de salto fica linda, admito. Você tem razão, é um símbolo de feminilidade. Sem contar que algumas partes da anatomia ficam bem mais, digamos, atraentes quando elas usam salto.&lt;br /&gt;Sim, torna uma mulher altiva, eu entendo.&lt;br /&gt;Mas deve doer, não acha?&lt;br /&gt;O dia inteiro com o pé quase em ponta, a perna bamba, a coluna numa conformação não muito recomendada. Ainda tem a dor de cabeça que a onomatopéia causa.&lt;br /&gt;Ela anda bem confiante. Não olha para os lados, não olha para canto algum. É como se pisasse no mundo que é dela. Passo a passo, olhar no horizonte. Mas vê como o andar é vacilante?&lt;br /&gt;O mundo pode até ser dela, mas ela não está confortável nele. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3711928180311539774-871773537670028449?l=ph-10.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ph-10.blogspot.com/feeds/871773537670028449/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ph-10.blogspot.com/2010/04/salto-alto.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3711928180311539774/posts/default/871773537670028449'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3711928180311539774/posts/default/871773537670028449'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ph-10.blogspot.com/2010/04/salto-alto.html' title='Salto alto'/><author><name>Elisa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17726839581498548590</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3711928180311539774.post-1662918151771569720</id><published>2010-04-07T18:10:00.003-03:00</published><updated>2010-04-07T21:42:58.892-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Woodyallianos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Amor'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Anão'/><title type='text'>Sobre o amor ou a falta dele</title><content type='html'>&lt;blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt;Amar não deveria ser a razão de existência de nenhum ser humano. E também de nenhum ser não humano. O amor se estrutura na necessidade de outro, que nem sempre, ou quase nunca, quer ser necessário.&lt;br /&gt;Ser amado é árduo, a não ser que você seja um anão usando meias para varizes.&lt;br /&gt;George Hampts disse que nunca mais amaria uma mulher depois de abandonar sua esposa, fato que ele usou para explicar seu casamento, três dias depois, com o sacristão da paróquia que freqüentava.&lt;br /&gt;Quanto a sua mulher, a gorducha senhora Anna Hampts, tentou afogar-se no lago em frente a sua casa logo após o casamento do ex-marido, não obtendo sucesso devido a seu excesso de peso que diminuiu sua densidade e não permitiu que ela afundasse. A ultima vez que foi vista estava boiando num grande rio, muito próxima ao Atlântico.&lt;br /&gt;Seus filhos, os irmãos Hampts, como eram conhecidos, ficaram ricos ao vender a história da família para a Broadway. O mais novo era esperto, plantando a semente da culpa na mente do irmão mais velho, que num acesso de loucura jogou-se no lago para procurar sua mãe, afogando-se. E ele aproveitou sua riqueza até os oitenta anos, quando se casou com a enfermeira que trocava suas fraldas geriátricas.&lt;br /&gt;Após a prematura morte do marido na lua-de-mel ela comprou uma pousada em Aruba e casou-se com o motorista do velho senhor Hampts. Ela se matou ao saber que o novo marido virara dançarino de rumba, porque não suportava as mangas bufantes. Deixou o dinheiro para um asilo em Londres com medo de que o ex-motorista-atual-rumbeiro transformasse tudo em maracás. Ele morreu pobre e com dores insuportáveis nas pernas, porque apesar de ser um anão, não usava meias para varizes.&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3711928180311539774-1662918151771569720?l=ph-10.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ph-10.blogspot.com/feeds/1662918151771569720/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ph-10.blogspot.com/2010/04/sobre-o-amor-ou-falta-dele.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3711928180311539774/posts/default/1662918151771569720'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3711928180311539774/posts/default/1662918151771569720'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ph-10.blogspot.com/2010/04/sobre-o-amor-ou-falta-dele.html' title='Sobre o amor ou a falta dele'/><author><name>Elisa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17726839581498548590</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3711928180311539774.post-7246568009376273277</id><published>2010-04-05T12:57:00.001-03:00</published><updated>2010-04-07T18:12:52.781-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Woodyallianos'/><title type='text'>Sobre tentativas</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Uma tentativa de se apaixonar não é uma paixão, assim como uma tentativa de ler James Joyce não é culto. Todas as tentativas que param nas tentativas são apenas tentativas, e nada mais.&lt;br /&gt;Certa vez tentei passar um camelo pelo buraco da fechadura, o que, claro, não deu certo. Na época milhões de perguntas se formaram em minha mente e comecei a questionar os valores da vida, ou mesmo a existência da vida. Só depois de uma conversa com Paulo Coelho, que realmente deve ser um mago, entendi porque não consegui realizar algo tão simples. Um camelo não é uma chave, e isso fez sentido. Ele aconselhou-me para que não os confundisse mais, caso contrário passaria aperto no deserto.&lt;br /&gt;Tranqüilizei-o dizendo que nunca tive vontade de ir a um deserto...&lt;br /&gt;Voltando as tentativas, depois de descobrir que uma tentativa é apenas uma tentativa, pus-me a perguntar: Por que tentar, então? Que coisa mais vazia. Não fará diferença se você tentar ou não. Na verdade, se você não tentar terá poupado uma enorme energia que poderá usar posteriormente em algo como se jogar de um precipício.&lt;br /&gt;O que pode, de fato, ser bem mais útil, já que, depois disso, é certo que não tentará mais nada. A não ser que você acredite em vida após a morte, o que o condenaria a uma morte repleta de tentativas, e desesperadoramente sem saída, já que já está morto.&lt;br /&gt;Morrer tentando, ou tentar morrendo...&lt;br /&gt;Somos todos desgraçados pela tentativa!&lt;br /&gt;E cansei de tentar escrever algo que fizesse sentido. Por isso vou até o centro comprar uma dúzia de rosas. E talvez compre um chapéu...&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3711928180311539774-7246568009376273277?l=ph-10.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ph-10.blogspot.com/feeds/7246568009376273277/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ph-10.blogspot.com/2010/04/sobre-tentativas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3711928180311539774/posts/default/7246568009376273277'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3711928180311539774/posts/default/7246568009376273277'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ph-10.blogspot.com/2010/04/sobre-tentativas.html' title='Sobre tentativas'/><author><name>Elisa</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17726839581498548590</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
